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Amor e Ódio

Todos nós bem sabemos que existe uma linha muito tenue que separa o Amor e o Ódio, por outro lado é importante ter em mente que o ódio “per si”, não representa o oposto ao amor. Creio que o desprezo causa muito mais estrago às relações que o ódio.

De qualquer maneira o ódio é um sentimento que leva a muitas situações de conflito e que, por sua vez, gera grande sofrimento para as pessoas. Mas o que chama a atenção é o fato de que as pessoas não se dão conta de que este tipo de sentimento está absolutamente sob o nosso controle.

É óbvio que não saimos por aí simplesmente odiando as pessoas, o ódio é consequencia de situações recorrentes de desprezo e outras sensações negativas. O acúmulo destas sensações leva a pessoa a odiar outra, mas não existe um padrão de comportamento que leva uma pessoa a sentir ódio umas das outras. Certamente, existem pessoas que por muito menos podem desenvolver este sentimento por outras, mas uma coisa é certa, mesmo os de espirito iluminado as vezes podem odiar uma outra pessoa, mesmo que por alguns segundos. Creio que este é o grande ponto de reflexão, embora desprezivel, estamos sujeitos a odiar alguém, mas isto não pode durar mais do que alguns segundos, caso contrário abrimos uma chaga, quase que incurável, em nosso peito.

Certa vez uma mulher me perguntou: Como posso amar o filho de uma mulher que odeio? Na verdade, ela estava se referindo ao afilhado, fruto da relação anterior de seu atual marido. Minha resposta foi que se ela encontrasse um jeito de fazer a pergunta de uma maneira diferente, ela encontraria a resposta mais facilmente e o resultado seria mais satisfatório para todos os implicados.

Por exemplo, perguntando-se: Como posso amar o filho do homem que amo? pode ser uma alternativa que traga melhor resultado. Neste caso, o problema deixa de ser a ex-mulher de seu marido, e o foco passa a ser transferido para a relação com a criança que não tem nada que ver com a sensação de ódio que ela experimenta pela mãe dele. Verdade seja dita, o filho não é dela e os pais sempre serão o seu atual marido e a ex-esposa, portanto, é necessário ter sabedoria para separar as relações.

Assim como em várias outras situações da vida cotidiana é sempre muito bom mudar o enfoque, quebrar paradigmas e tentar caminhos alternativos. Além disso, odiar alguém não é bom para ambos os lados, dado que o ódio é um sentimento muito negativo, e como tal, tende a gerar situações de extremo desconforto para os dois lados em conflito.

 

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3 respostas para “ Amor e Ódio ”

  1. Monica disse:

    Muitas vezes, o ódio permanece e a gente nem se lembra mais exatamente o q foi q o causou e se essa causa ainda é uma realidade/verdade para q ele continue ali. Se, de vez em qd, nos perguntarmos pq mesmo de algumas coisas, veremos q elas perderam o sentido.

  2. Ednaquadros disse:

    Isto é mesmo “engraçado” @mor&ódio, chego a me perguntar como surge um sentimento tão ruim por alguem q. outrola amamos tanto. Penso q. até mesmo o ódio q. inssiste em permancer dentro, é uma forma de mantermos uma ligãção por a tal pessoa.

  3. andreia disse:

    Isso é algo que me intriga muito,um dia me envolvi com muito uma pessoa que me deixou porque tinha uma outra relação , eu entendi que não dava mais pra aceitar aquela situaçao,então nunca mais quis me envolver com ele, então fiz outra escolha ,me casei com outro , essa pessoa me odeia até hoje ,não entendo o porque, eu não tenho o mesmo esse sentimento de odio ,na verdade nunca esqueci ele,mesmo passados 15anos isso dói porque ele me hostiliza até hoje,já tentei me aproximar e resolver isso mas foi em vão .

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