Crônica do Seringueiro
Sábado, 8 de Maio de 2010Na escura madrugada, com o corpo ainda cansado, o seringueiro levanta, engole um trago de café amargo e sai para o duro trabalho. A poronga fumarenta presa na cabeça mal permite enxergar os caminhos dentro da mata. Leva na mão vacilante a medrosa espingarda, e na cintura, o afiado terçado.
O seringueiro parece sumir na imensidão […]